Sábado, 14 de Julho de 2007

Há algo incrivelmente estranho aqui? Ou será de mim?

Vou apresentar 3 situações e a sua evolução ao longo do tempo.

Situação A
Semana 1: As coisas não andam bem com o meu namorado
Semana 2 : Vamos viver juntos para ver se as coisas melhoram.


Situação B
Semana 1: Acabei com C. porque aproximei-me de um colega de trabalho
Semana2: Eu e C. fizemos as pazes vamos casar.


Situação C
Semana 1: Ele não me respeita, trata-me mal e diz que não tenho nenhum valor para ele.
Semana 2: Ele é tão querido, ontem ofereceu-me uma flôr.



Comentário: Não inventei estas situações, observei-as mesmo. São três pessoas diferentes, faz-me confusão é que se caminhe tão directamente para a infelicidade. Será só de mim, ou isto é mesmo estranho?
Música: Grey Room - Damien Rice
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Uma criação de Jorge às 23:25
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26 comentários:
De Carina a 15 de Julho de 2007 às 11:58
Incrivelmente! É difícil perceber o que vai na cabeça dos outros... e quando se confere a emoções a dificuldade é acrescida!
Estamos num mundo de materialismo que os gestos de afectividade são cada vez mais diminutos! E, o que se vê são o agarrar aos gestos de afecto e achar que a partir desse momento a felicidade surge e que estamos num caminho de afectividade...
Lamento, mas a vida é muito exigente... e os bons momentos são curtos e têm muitas vezes de ser procurados para ser mantidos! A precipitação é um aliado da infelicidade...
Racionalismo é um ponto que deve ser tomado em linha de conta... mas sendo eu sensível, emotiva!? Pergunto-me como lidar com a emoção e com o senso comum!?
Penso eu!... E, esta é a minha opinião pessoal! às vezes amamos, e o sentimento urge de tal forma que deixamos que as atitudes e comportamentos menos positivos sejam abafados pelo sentimento...
Para o incrivelmente estranho considero que procuramos ser felizes...
De Jorge a 15 de Julho de 2007 às 16:13
Agradeço a tua participação, Carina! Se procuramos a felicidade, podemos pensar o que realmente nos pode aproximar desse estado e depois disso aplicarmos os esforços para lá chegarmos. A aplicação obviamente é mais complexa. Não consigo é entender porque tantas pessoas optam por "atalhos" que, no fundo, não prometem muito logo no momento em os escolhem. A emoção e a racionalidade não são pólos opostos, como tal, há que deitar por terra se essa ideia surgir para justificar as nossas acções menos pensadas.

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