Quinta-feira, 6 de Março de 2008

Dar uma mãozinha :D

Quando me espalho ao comprido pelo chão não gosto que me estendam logo a mão, prefiro ter espaço para me tentar levantar sozinho. O conhecimento da existência de mãos para me ajudar, se assim o precisar, dá-me segurança.

 

Sou assim com os outros. Estou lá para estender a mão, antes de o fazer dou tempo para a pessoa recuperar forças (essa pessoa sabe que estou perto). Independentemente da idade e das dificuldades da pessoa, há que aprender a usar as próprias forças.

 

Num jantar de família, ao referir esta ideia, tive um feedback negativo: és muito frio! Fiquei a pensar nisso...

 

Algumas crenças que tenho sobre ajudar outra pessoa:

 

- As ajudas que damos aos outros não devem retirar poder de resolução a quem ajudamos;

- Estarmos ao lado de uma pessoa para ajudarmos deve ter como objectivo recordar-lhe que ela tem recursos para resolver as suas situações ou, na ausência desses recursos, então como pode aceder a esses recursos.

- Uma ajuda só tem valor para fortalecer quem é ajudado (ou seja a pessoa deve aprender a desenrascar-se);

 

E vocês, o que pensam em relação a isto?

Categorias:
Uma criação de Jorge às 12:09
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3 comentários:
De Lobo Mau a 6 de Março de 2008 às 21:41
Concordo sincera e plenamente contigo. A historia de resolver os problemas aos outros, cria da parte destes uma certa dependência e uma certa acomodação , pelo facto de sabermos que haverá alguém para nos ajudar. Devemos saber prevalecer sozinhos, mas como tudo é uma aprendizagem, é sempre bom ter um amigo em quem confiar que nos vai observar os passos e caso as nossas forças não sejam suficientes para um determinado problema em particular, nos dar então a dita mãozinha.

Grande abraço.
De Siri a 9 de Março de 2008 às 17:03
Mas para se ter esse tipo de comportamento é preciso saber compreender quando realmente o outro se encontra completamente "à nora".
A posição da familia poderá prender-se com o facto de acreditarem que quem já se encontra fragilizado, necessita de soluções e não de comiseração para esse mesmo sofrimento não se prolongar.

Não acredito que a aprendizagem deva passar pelo sofrimento desnecessário.

É um jogo arriscado.
De Ritta a 24 de Março de 2008 às 12:03
Se te faz feliz, pensar da mesma forma também já me valeu o mesmo comentário... algumas vezes: "És fria, tu!".
Hummm... discordo! lol
As pessoas não só têm que aprender a levantar-se, como, e mais importante ainda, têm que saber identificar quando precisam de ajuda e têm que saber pedí-la - nada de criancices e orgulhos idiotas, que só atrapalham.
Isto também é crescer!

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